Ondes Noires – Espalhando as “trevas”

Pode ser uma boa divisa para uma associação cultural dedicada à promoção do Metal em todos os seus estados.

Info: Ondes Noires
Entrevista: Cristina Sá

Qual é o programa de ação, ou seja, a missão da associação Ondes Noires?
Philippe Dory– O nosso programa está centrado na difusão, promoção e produção local. Também organizamos digressões (embora não o façamos de forma regular).

Como está a associação estruturada?
Temos várias delegações em França: Rouen, Lyon, Grenoble, Lorient, Lille e Paris. Cada uma gere os seus meios e produção de forma independente.

Mas têm uma sede?
Sim, em Lille.

Servem-se das instalações de cada delegação como sala de espetáculos ou têm de alugar espaços cada vez que organizam algo?
Não! Temos de alugar salas ou bares. Às vezes, cedem-nos os espaços gratuitamente.

Cartaz by Vincent Fouquet

Quem trabalha na associação? E o que faz cada um?
Temos uma vintena de pessoas a trabalhar connosco.
Repartem-se por serviços de administração, reserva, comunicação, contabilidade e distribuição.
Cada delegação organiza-se à sua maneira.

Certamente têm necessidade de material gráfico para anunciar as vossas atividades. Contam com um artista gráfico a tempo inteiro ou recorrem a quem vos parecer mais conveniente num dado momento?
No caso de Paris, é um dos responsáveis pelas reservas que faz os panfletos de que precisamos.

A propósito, quem fez o vosso logótipo? E como é que este representa o espírito da associação?
Só sei que foi alguém da associação.

E quem inventou o nome? [Faz-me pensar numa espécie de maré negra, mas é claro que as vossas “ondas negras” não têm as suas consequências lamentáveis.]
Foi o Presidente.

Quais foram os momentos mais importantes da história da associação?
A criação das várias delegações.

Estamos no início de fevereiro de 2018, portanto este ano ainda está no início. O que preveem fazer nos próximos meses?
Queremos produzir cada vez mais e chegar a palcos mais importantes, me termos de notoriedade e também de popularidade.

 Há muitas associações como a vossa em França?
Sim, muitas outras! Mas não são nossas concorrentes. Vivemos num clima de entreajuda.

E têm muitos protocolos com associações estrangeiras do mesmo género?
Poucos. Servem sobretudo para nos facilitar a organização de digressões no estrangeiro.

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