Svartsyn – Um encontro inevitável

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Ou, como diz o velho ditado português: A morte é certa, mas a hora incerta.

Entrevista: CSA

Info: Svartsyn

 

Já te entrevistei pelo álbum «Black Testament» e estou de regresso para recolher as tuas impressões sobre «In Death», que parece dar um seguimento lógico ao seu antecessor.

O que vês na morte (para além do facto de ser o corolário natural da vida)?

Ornias – Trevas sem fim.

 

Que mensagem pretendes fazer chegar à Humanidade neste álbum tão tenebroso?

As minhas revelações espirituais. Os meus sonhos sobre a morte.

 

Sentes que há uma relação lógica entre os dois álbuns (que parece sugeridas pelos respetivos títulos)? Como é essa relação revelada através da música e das letras?

Sim. Todos se referem a uma viagem espiritual. «Black Testament» e «Nigthmarish Sleep» combinam-se com «In Death» e completam-no. Este miniálbum foi lançado em 2016 pela Carnal Records, funcionando como um prólogo para «In Death».

 

“Só acredito nas trevas eternas. […]”

 

O que representa a capa do álbum? Outro demónio mesopotâmico (como na capa de «Black Testament»)?

Esta capa representa muito simplesmente a morte. A detentora da foice. Todas as canções do álbum se referem a ela, a experiências espirituais, a revelações.

 

A ideia é tua? Penso que Chadwick St John fez um excelente trabalho, tal como em «Black Testament».

Sim, foi feita de acordo com uma ideia minha. Basicamente, apresento ao Chadwick a ideia ou visão que tenho e começamos a trabalhar a partir dela.

 

Há também alguma relação lógica entre as capas dos dois álbuns?

Não.

 

A editora informa-nos de que fizeste tudo neste álbum exceto tocar a bateria. Quem convidaste para o fazer?

Hammerman. Também tocou em «Black Testament» e «Nightmarish Sleep».

 

Esta capa representa muito simplesmente a morte. A detentora da foice. Todas as canções do álbum se referem a ela, a experiências espirituais, a revelações.

 

Na entrevista anterior, disseste que eras uma pessoa muito introvertida e que não gostavas de fazer concertos. No entanto, andavas à procura de músicos de sessão adequados para Svartsyn.  Como está essa situação alguns anos depois?

A última vez que Svartsyn tocou ao vivo foi no Under The Black Sun Festival de 2000.

É verdade que eu andava à procura de músicos de sessão, para fazer pelo menos alguns concertos. Mas é muito difícil encontrar pessoas que me convenham. Agora já não estou interessado nisso.

 

Alguma vez tiveste a oportunidade de tocar com algumas das bandas que inspiram Svartsyn?

Não.

 

Há alguma banda com quem gostasses de tocar?

Não. E não me vejo a tocar material de outros. A minha música tem um propósito puramente espiritual. Se pudesse, gostava de recuperar a formação que Svartsyn tinha em 1997.

 

Acreditas em alguma forma de sobrevivência para além da morte?

Só acredita nas trevas eternas.

 

Qual será o tema do décimo álbum de Svartsyn?

Algo do estilo de «In Death».  Mas, de momento, não posso dizer nada de especial sobre esse álbum, porque ainda estou a prepará-lo.

 

 

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